sábado, 5 de março de 2011

O marketing centenário

Eliane Oliveira Castro Dias

Gestão de Recursos Humanos - 5º período - Faculdades Spei - Torres

Marketing Aplicado a RH

Semana: 04

 

No século passado, começaram a aparecer os modismos da teoria e da prática de marketing. O professor Neil Borden em 1950 criou um mix destacando a necessidade de os administradores visualizarem o marketing como um sistema. Após dez anos mais tarde, Jerome McCarthy popularizou os quatro Ps – Product, Price, Place, Promotion – que, a rigor, são derivações da classificação (em 12 itens) de Borden. E Abraham Maslow, nos anos 40, criou a hierarquia de necessidades, e Leon Festinger (1957), a Teoria da Dissonância Cognitiva. Theodore Levitt introduziu o conceito de miopia de marketing e da importância da orientação para o cliente em vez de apenas para a produção eficiente, em artigo da Harvard Business Review, em 1960. Foi, também, o criador da simpática frase (para os profissionais da matéria) citada na abertura do artigo.

O enfoque de marketing expandiu de tal modo que praticamente inclui todas as atividades da empresa, com a possível exceção de algumas práticas financeiras específicas. Se a propaganda (ou arenas da comunicação) já foi considerada como alma do negócio, o marketing (ou atuação no mercado) seria o próprio negócio.

A sucessão de modos e modismos em relação às possibilidades operacionais ligadas ao mercado situa-se além da imaginação. Considerando todos os fatores externos à empresa, que abrange, mas não é menos verdade que a função básica do marketing, de aproximar o vendedor do comprador, simplesmente não pode mudar.

 

Fonte: http://www.revistamarketing.com.br/materia.aspx?m=562

Publicado em 30/09/2010, acesso em 05/03/2011

Nenhum comentário:

Postar um comentário