Aluno: Lourival Abreu
Curso de Gestão de RH Spei Torres – 5º Período
Disciplina : Marketing Aplicado à RH
Semana : 7
Jogos eletrônicos foram criados para que seu usuário fique horas em frente ao monitor, pensando sabe-se lá o que de como faria para combater as forças do mal. Geralmente as ações de tiro ao alvo são em pessoas, prédios, casas e outros, sendo que o importante é matar. Pensando nisso e voltado para a "linha do bem", começam a ser comercializados games que atacam uma figura também negativa, porém essas figuras são doenças. Por exemplo, o super herói ataca células de câncer com basucas de quimioterapias, armas de antibióticos e outras do gênero que aniquilam a doença, fazendo-a explodir como uma bola de sabão.
Esse tipo de game já representa 15% do mercado mundial e tem ajudado de forma considerável os jovens a entender dos problemas que seus semelhantes enfrentam, valorizando a vida e a atitude de ser humano. Até as crianças doentes sentem-se motivadas em combater a doença quanto atacam e vencem suas lutas nos games. No Brasil, está para ser lançado games com super heróis nacionais e com certeza vingará.
Vou incentivar meus filhos neste caminho, pois entendo que esses jogos possam influenciar positivamente na formação humana deles.
Fonte: Revista Veja, editora Abril – Edição 2210 – ano 44 nº 13 de 30 de março de 2011.
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