segunda-feira, 28 de março de 2011

VIDEOGAME: NA SAÚDE E NA DOENÇA

Aluno: Lourival Abreu

Curso de Gestão de RH Spei Torres – 5º Período

Disciplina : Marketing Aplicado à RH

Semana : 7

Jogos eletrônicos foram criados para que seu usuário fique horas em frente ao monitor, pensando sabe-se lá o que de como faria para combater as forças do mal. Geralmente as ações de tiro ao alvo são em pessoas, prédios, casas e outros, sendo que o importante é matar. Pensando nisso e voltado para a "linha do bem", começam a ser comercializados games que atacam uma figura também negativa, porém essas figuras são doenças. Por exemplo, o super herói ataca células de câncer com basucas de quimioterapias, armas de antibióticos e outras do gênero que aniquilam a doença, fazendo-a explodir como uma bola de sabão.

Esse tipo de game já representa 15% do mercado mundial e tem ajudado de forma considerável os jovens a entender dos problemas que seus semelhantes enfrentam, valorizando a vida e a atitude de ser humano. Até as crianças doentes sentem-se motivadas em combater a doença quanto atacam e vencem suas lutas nos games. No Brasil, está para ser lançado games com super heróis nacionais e com certeza vingará.

Vou incentivar meus filhos neste caminho, pois entendo que esses jogos possam influenciar positivamente na formação humana deles.    

 

Fonte: Revista Veja, editora Abril – Edição 2210 – ano 44 nº 13 de 30 de março de 2011.

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